domingo, 4 de novembro de 2012

ALMIRANTE TAMANDARÉ - PR


No dia 10 de outubro de 2010, eu e a Inês participamos de uma caminhada organizada pela Ana Paula Wanke do grupo Curitigrinos em Almirante Tamandaré, estava um dia frio, mas com um sol maravilhoso, paisagens deslumbrantes, muito verde, plantações a perder de vista, foi uma caminhada maravilhosa, almoçamos no Restaurante Evissíma...uma comida saborosa...e depois descansamos a beira da lagoa...com balanços, bancos...enfim...foi um dia maravilhoso...como sempre em todas as caminhadas que a Ana organiza!!!
 
 
 
 
 
 
 
  
 
 
 
 
 
 
 O Município de Almirante Tamandaré tem seu desenvolvimento histórico ligado às explorações auríferas do sertão de Curitiba. Antes disso, porém, os seus mais antigos habitantes foram os índios TINGÜIS.
"Os Tingüis (Tin gui = nariz afilado) não hostilizam os aventureiros pesquisadores e exploradores de ouro que se estabeleceram com arraiais no Atuba e na chapada do Cubatão, inícios da formação de Curitiba. Deixaram-se ficar pelas imediações desses primeiros núcleos de população branca e foram serviçais das explorações auríferas, dos sítios de criação de gado, etc. Seus mestiços ainda constituem parte da população de vários municípios acima citados e se ufanam de sua ascendência. Não vai longe o tempo em que o caboclo de Araucária e de Tamandaré avisava o contendor nas suas rixas: "Cuidado que eu sou Tingüi!"
Uma das primeiras bandeiras exploradoras de ouro de que temos notícia ter passado pelas terras de Tamandaré, conforme conta Alfredo Ellis Júnior, foi a comandada pelo famoso bandeirante Antônio Raposo Tavares, no ano de 1631. No entanto, o primeiro explorador aurífero a realmente estabelecer-se na região, foi o Capitão Salvador Jorge Velho, sertanista de Rio Pardo, em 1680, por ocasião de suas pesquisas mineradoras que resultaram no chamado " Descoberto da Conceição", no Quarteirão de Conceição, Distrito de Campo Magro.

A Villa Tamandaré foi solenemente inaugurada em data de 25 de janeiro de 1890.
Pelo Decreto Estadual nº. 199, de 30 de dezembro de 1943, o Distrito de Tamandaré passou a denominar-se "Timoneira" e foi transferido para a jurisdição do Município de Colombo.
Através da Lei Estadual nº. 2644, de 24 de março de 1956, pela qual passou a denominar-se MUNICÍPIO DE ALMIRANTE TAMANDARÉ, seu nome atual.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

O PODER DO PENSAMENTO


O maior instrumento de poder de que se tem notícia se encontra dentro de nós: o nosso pensamento.
Como a eletricidade, o pensamento produz resultados de acordo com o uso que se faz dele.
O fato é que estamos continuamente interagindo com o cosmos, emitindo e recebendo vibrações, e assim, criando as experiências que vivemos.
Ao tomar consciência do poder do pensamento, conquistamos a chave para abrir as portas que levam à realização dos nossos desejos mais profundos.

Depois de Einstein e da física quântica, não há como negar que, em essência, SOMOS ENERGIA. É essa energia se consubstancia na matéria, se transformando em corpo, mente, emoção.
Se temos bons pensamentos e nos mantemos em sintonia com as correntes vibratórias carregadas de energia positiva, nos tornamos capazes de realizar as ações que nos levarão à felicidade.
Os pensamentos nos fazem sentir emoções variadas. Essas emoções, por sua vez, influenciam a nossa mente, o nosso organismo e a nossa saúde, ajudando a nos manter saudáveis e bem dispostos, quando são positivas, dependendo do cuidado que temos com aquilo que abrigamos em nossas mentes.
Assim, se queremos ter relacionamentos amorosos felizes, o primeiro cuidado a ser adotado é em relação aos nossos pensamentos.

A lei da sintonia, como toda lei espiritual, pode não ser aceita ou compreendida, mas nem por isso deixa de produzir efeitos.
Assim como a gravidade atrai os corpos para o centro da Terra, os nossos pensamentos têm o poder de atrair para nós aquelas realidades que desejamos viver.
É necessário reconhecer as próprias qualidades e a potencialidade que trazemos dentro de nós e que nos torna capazes de crescer, aprender e avançar.
Só é possível dar aquilo que se possui. Apenas quem é capaz de se amar e de se valorizar pode amar e valorizar o outro.
O caminho para uma boa auto-estima está em cultivar bons pensamentos e ter em mente que eles são a nossa companhia mais constante.

Temos a opção de escolher, a cada momento, o que abrigamos em nossas mentes.
Com atenção, esforço e responsabilidade é possível detectar um pensamento menos bom na sua origem, e substituí-lo por outro que irá produzir resultados positivos.
O universo funciona como um espelho e tudo aquilo que transmitimos, retorna para nós amplificado.
(Jael Klein Coaracy)

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

UMA CARTA DE GEORGE CARLIN


GEORGE CARLIN
George Denis Patrick Carlin
*Nova Iorque, 12 de maio de 1937
+Santa Monica, 22 de junho de 2008

Foi um humorista, comediante dos anos 70 e 80, conhecido pelo seu humor negro assim como seus pensamentos sobre política, psicologia, religião e vários temas tabus, não é surpresa que pudesse escrever algo tão eloquente:

O paradoxo do nosso tempo é que temos edifícios mais altos e temperamentos mais reduzidos, estradas mais largas e pontos de vista mais estreitos.
Gastamos mais, mas temos menos, compramos mais, mas desfrutamos menos.
Temos casas maiores e famílias menores, mais conforto e menos tempo.
Temos mais graduações acadêmicas, mas menos sentimentos comuns, maior conhecimento, mas menor capacidade de julgamento.
Mais peritos, mas mais problemas, melhor medicina, mas menor bem-estar.
Bebemos demasiado, fumamos demasiado, desperdiçamos demasiado, rimos muito pouco.
Movemo-nos muito rápido, nos irritamos demasiado.
Mantemo-nos muito tempo acordados, amanhecemos cansados.
Lemos muito pouco, vemos televisão demais e oramos raramente.
Multiplicamos o nosso patrimônio, mas reduzimos os nossos valores.
Falamos demasiado, amamos demasiado pouco e odiamos muito frequentemente.
Aprendemos a ganhar a vida, mas não a vivê-la.
Adicionamos anos às nossas vidas, não vida aos nossos anos.
Conseguimos ir à lua e voltar, mas temos dificuldade em cruzar a rua para conhecer  um novo vizinho.
Conquistamos o espaço exterior, mas não o interior.
Temos feito grandes coisas, mas nem por isso melhores.
Limpamos o ar, mas contaminamos a nossa alma.
Conquistamos o átomo, mas não os nossos preconceitos.
Escrevemos mais, mas aprendemos menos.
Planejamos mais, mas desfrutamos menos.
Aprendemos a apressar-nos, mas não a esperar.
Produzimos computadores que podem processar mais informações e difundi-las, mas nos comunicamos cada vez menos e menos.
Estamos no tempo das comidas rápidas e digestões lentas.
Homens de grande estatura e de pequeno carácter, de enormes ganhos econômicos e relações humanas superficiais.
Hoje em dia, há dois ordenados, mas mais divórcios, casas mais luxuosas, mas lares desfeitos.
São tempos de viagens rápidos, fraldas descartáveis, moral descartável, encontros de uma noite, corpos obesos, e pílulas que fazem tudo, desde alegrar e acalmar, até matar.
São tempos em que há muito na vitrine e muito pouco no armazém.
Tempos em que a tecnologia pode fazer-te chegar esta carta, e em que tu podes optar por partilhar estas reflexões ou simplesmente excluí-las.
Lembra-te de passar algum tempo com os teus entes queridos, porque eles não estarão aqui para sempre.
Lembra-te de ser amável com quem agora te admira, porque essa pessoa crescerá muito rapidamente e se afastará de ti.
Lembra-te de abraçar quem está perto de ti,  porque esse é o único tesouro que podes dar  com o coração, sem que te custe nem um centavo.
Lembra-te de dizer “te amo” ao teu companheiro e aos teus entes queridos, mas, sobretudo, diga com sinceridade.
Um beijo e um abraço podem curar uma ferida, quando se dão com toda a alma.
Dedica tempo para amar e para conversar, e partilha as tuas idéias mais apreciadas.
E nunca esqueças:

A vida não se mede pelo número de vezes que respiramos, mas pelos extraordinários momentos que passamos juntos.


(Mensagem recebida por e-mail, em pps)

sábado, 22 de setembro de 2012

PRIMAVERA

A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.
Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.

Há bosques de rododentros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.
Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.
Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.
Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.

Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvi­dos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.
Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.
Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.
(Cecília Meireles)



sexta-feira, 21 de setembro de 2012

AMIZADE



A Vida passa a ter um sentido mais amplo
quando buscamos aprender a Amar...
Através de seu coração,
o Ser descobre este Dom
e adquire Consciência desse objetivo.
Cada amizade cultivada é uma oportunidade
de se aprimorar a sensibilidade
desta Arte Divina caminhando em direção
a Plenitude do Amor incondicional.
É na amizade que se exercita a tolerância,
o perdão,
o compartilhar o que está a seu alcance
com despreendimento e desapego.
É nela que se compreende o valor  
do verdadeiro Afeto,
da Fraternidade e da Lealdade.
Ela nos propicia descobrir
a sublime Energia trocada em um abraço.
A amizade oferece oportunidades,
lições que precisam ser aprendidas e ensinadas,
 seja nos difíceis como nos bons momentos,
em qualquer situação sempre há algo
que nos é revelado.
A amizade é o exercício dos princípios Divinos
 que devemos vivenciar para aprender estar
em Harmonia com toda a Criação.
Bendita seja essa amizade,
prova de que Deus se faz conhecer
através das pessoas que alcançam
nosso coração.
Agradeço ao Criador por me conceder os amigos;
Mestres nas lições valiosas para compreender
o significado que move a Vida 

chamado Amor... 
(AD)